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Frei Wilmer Moyetones: "Espero e aspiro que os jovens que acompanhei durante estes anos na formação perseverem e contribuam com algo novo para a Ordem"

Notícias da Província

11.08.2022 - 14:42:44 | 4 minutos de leitura

Frei Wilmer Moyetones:

Entrevista |Frei Nicolás Vigo | Dircom Provincial | Sábado, 6 de agosto, foi uma data memorável para a Ordem dos Agostinianos Recoletos. Naquele dia, 12 noviços, dos 15, do ano acadêmico de 2021-2022, emitiram sua profissão simples como religiosos agostinianos recoletos.

Para ter dados precisos e coletar os sentimentos deste evento, conversamos com o Frei Wilmer Moyetones, que os acompanhou como mestre de noviços.

Moyetones Alvarado ocupa esse cargo há cinco anos e, nessas semanas, assumirá como Vigário do Peru da Província de Santo Tomás de Vilanova.

A Direção Provincial de Comunicação conversou com ele.
Frei Wilmer, no sábado, 6 de agosto, tivemos a profissão dos noviços. Quantos professaram?

De fato, em 6 de agosto, 12 jovens professaram, sabendo que este ano teremos duas datas de profissão: 6 e outra em 28 de agosto.

Quantos noviços são da província de Santo Tomás de Vilanova?
Da nossa província, 10 professam: 7 jovens que professaram em 8 de agosto e 3 jovens realizarão no dia 28 de agosto, no Convento de San Millán de la Cogolla (La Rioja, Espanha).

Quais são as nacionalidades dos noviços que fizeram o ano acadêmico de 2021-2022?
No total, há quinze jovens: 4 mexicanos, 1 argentino, 3 brasileiros da província de Santo Tomás de Vilanova e 1 brasileiro da província de São Nicolau de Tolentino e 6 venezuelanos.

Quem são os que professam mais tarde?
Há três jovens da Província de Santo Tomás de Vilanova: William, Wilfredo e Leonardo. Todos os três são venezuelanos.

Como mestre de noviços da Ordem, como você se sente no final deste período?
Eu me sinto bastante satisfeito. Estes cinco anos em Monteagudo foram uma experiência muito bonita, para transformar meu coração e ver as coisas de forma diferente. Foi um momento para ser um acompanhante, aprender a escutar e entrar mais em mim mesmo. Estou muito tranquilo, e bem. E, agora que termino esta etapa, me sinto um formador, que é uma das coisas que mais gosto e, para poder escutar os jovens de hoje. Espero e aspiro que os jovens, que acompanhei durante estes anos, possam perseverar e contribuir com algo novo para a Ordem.

Quais são os desafios da formação inicial dos Agostinianos Recoletos?
Na verdade, a formação tem muitos desafios. Estamos aos poucos caminhando. Provavelmente precisamos mudar um algumas estruturas. Acho que também necessitamos unir forças, deixar um pouco de lado o 'provincialismo' e unirmos etapas da formação. Quem sabe buscarmos apoio com algumas congregações ou institutos para facilitar o acompanhamento e unir forças na formação dos jovens. Não podemos, neste momento da história, dividir as casas de formação ou equipes de formação, mas devemos somar forças para crescermos cada vez melhor como religiosos.

Deixei a formação para assumir uma tarefa do governo, Vigário do Peru. Qual é a sensação de assumir a animação do Vicariato do Peru?
Eu me sinto confiante no Senhor e também confiante em meus irmãos. Foi uma grande surpresa para mim que o Senhor tenha me levado ao Peru como vigário. Eu não esperava isso. Porque pensei em continuar na formação, embora não em Monteagudo, já que o noviciado agora pertence à Província de São Nicolau de Tolentino e não à Ordem, porém em um postulantado ou no Teologado. Porém, o Senhor está me levando para o Peru. Eu confio nele. Eu me deixarei guiar pelo poder do Espírito Santo. Deixarei de lado o protagonismo e abrirei os meus ouvidos e o coração aos irmãos, para que eu possa ouví-los e acompanhá-los.

No entanto, me sinto um pouco preocupado porque sei que temos irmãos mais velhos e jovens que não têm desejo ou entusiasmo; portanto, vou encorajá-los, nesse aspecto, a colocar alma e o coração em ser um agostiniano recoleto no Peru. Essa é a minha expectativa e a minha ilusão. Coloque alma, vida e coração. Semeie alegria para que possamos trabalhar juntos.

Confio plenamente no Senhor e na oração dos meus irmãos. Deus abençoe a todos vocês. Obrigado, acima de tudo, por confiar em mim. É um desafio muito grande, mas eu assumo essa realidade.

Obrigado, Frei Wilmer, por nos dar esta entrevista

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